segunda-feira, 16 de junho de 2014

SANTO DO DIA - 16/06

16/06
Santa Lutgarda
Nasceu em Tongres - Holanda no ano de 1182. Morreu aos 64 anos de idade, no dia 16 de junho de 1246, no convento de Aswieres.

Espiritualidade Uma das místicas mais notáveis dos séculos doze e treze. Aos doze anos foi recomendada às monjas beneditinas do convento de Santa Catarina. Teve a graça de compartilhar, misticamente, o sofrimento de Nosso Salvador, quando meditava sobre Sua Paixão; nessas ocasiões, apareciam sobre sua fronte pequenas gotas de sangue. Sentia como próprias as dores dos seres humanos. Fazia doze anos que Lutgarda vivia na convento de Santa Catarina, quando sentiu chamada a prosseguir as regras mais estritas dos cistercienses. Decidiu entrar à casa do Cister em Aywieres. Deus lhe concedeu poderes para curar enfermidades, para profetizar e conhecer, o significado das Sagradas Escrituras. Onze anos antes de morrer perdeu a visão, assumiu estê dor com a alegria, entendendo-a como uma graça de Deus para desprendê-la mais do mundo visível. A Beata Maria de Oignies assegurava que nada havia tão eficaz para conseguir a conversão dos pecadores e a libertação das almas do purgatório, como as orações de Santa Lutgarda. Faleceu a noite anterior à festa da Santíssima Trindade, precisamente quando começava o ofício noturno para no domingo.

Padroeiro: Intercessora das almas do purgatório e conversões.
Santos Julita e Ciro
Julita vivia na cidade de Icônio, na Licaônia, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após de dado à luz a um menino. Ele foi batizado com o nome de Ciro, mas também atendia pelo diminutivo Ciriaco ou Quiriaco. Tinha três anos de idade, quando o sanguinário imperador Diocleciano, começou a perseguir, prender e matar cristãos.

Julita levando o filhinho Ciro e algumas servidoras, fugiu para a Selêucia e em seguida para Tarso, mas ali acabou presa. O governador local, um cruel romano chamado Alexandre, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usa-lo como um elemento a mais à sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intúito que renegasse a fé em Cristo.

Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: "Também sou cristão! Também sou cristão!". Foi tamanha a ira do governador que ele com um pontapé empurrou Ciro violentamente fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando-lhe assim o crânio.

Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutamente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304.

Os corpos foram recolhidos por uma de suas fieis servidoras e sepultados num túmulo que foi mantido oculto até que as perseguições cessassem. Quando isto aconteceu, poucos anos depois, o Bispo de Icônio, Teodoro, resolveu com a ajuda de testemunhas da época e documentos legítimos reconstruir fielmente a dramática história de Julita e Ciro. E foi assim, pleno de autenticidade que este culto chegou aos nossos dias.

Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos Santos Mártires Inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém . Por isto, é considerado o Santo padroeiro das crianças que sofrem de maus tratos. A festa de Santa Julita e São Ciro é celebrada pela Igreja no dia 16 de junho, em todo o mundo católico.
São Francisco Régis
São Francisco Régis, nasceu no dia 31 de janeiro de 1597, na vila de Francouverte, nas proximidades de Barbone, França. Iniciou sua vida cristã na Companhia de Jesus no ano de 1616. Foi ordenado sacerdote no ano de 1630 e partiu para Vivarais, Velay e Cevennes. Dedicou-se ardorosamente na catequese das crianças e na pregação do Evangelho ao povo. Estava sempre junto com as pessoas simples, mostrando para elas uma predileção especial. Não conseguindo viver sem elas.

Suas visitas sistemáticas as prisões e os hospitais, dando assistência aos necessitados. Foi para Viviers em 1633, conturbado centro calvinista. Pelo exemplo de vida e pela oração, levou muitos a abraçarem a fé. Foi para Velay no ano de 1635, e procurou organizar um certo tipo de pastoral de assistência aos necessitados e dos prisioneiros.

Morreu aos 43 anos de idade, em sua última missão em Louvesc, vítima de uma pleuresia.

Senhor Deus, nosso Pai, destes a São Francisco Régis a graça de servir o próximo com um zelo ardente e uma fé inabalável. Por sua intercessão, dai-nos um zelo ardente pela defesa de nossos valores culturais, morais e religiosos. Tornai-nos uma nação unida e fraterna. Amém.