Confira as fotos do Domingo de Páscoa na Igreja Matriz da Paróquia
de nossa senhora de Fátima, Zona Norte de Caicó Celebrada pelo nosso pároco Pe.
José Alexandre Lopes e assistida pelos Diáconos Manoel Cassiano e Clésio
Ricardo de Brito, como também do Leitor Acolito Aerinylson e dos Ministros Extra-ordinário.
Contou também com a participação de todos os movimentos religiosos desta paróquia,
como Terço dos Homens, Terço das Mulheres, Legião de Maria, ECC e outros.
domingo, 31 de março de 2013
Programação deste Domingo de Páscoa a paróquia de nossa senhora de Fátima
As 8h – Batismo na Matriz d Nossa Senhora de Fátima
As 10h – Missa de Páscoa em Laginhas
As 19h – Missa de Páscoa na Matriz (todas as comunidades da
Paróquia)
Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de Cristo nos dá para
hoje:
Bem-aventurado aquele a quem a verdade por si mesma
ensina, não por figuras e vozes que passam, mas como em si é. Nossa opinião e
nossos juízos muitas vezes nos enganam e pouco alcançam. De que serve a sutil
especulação sobre questões misteriosas e obscuras, de cuja ignorância não
seremos julgados? Grande loucura é descurarmos as coisas úteis e necessárias,
entregando-nos, com avidez, às curiosas e nocivas. Temos olhos para não ver (Sl
113,13). (Dos ensinamentos da verdade).
Fonte: Imitação de Cristo
Domingo da Páscoa - Ano C (Evangelho do dia)
João 20,1-9
1 No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus,bem de madrugada, quando ainda estava escuro,e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.2 Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo,aquele que Jesus amava, e lhes disse:
'Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram.'3 Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo.4 Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedroe chegou primeiro ao túmulo.5 Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.6 Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo.Viu as faixas de linho deitadas no chão7 e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus,não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.8 Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo.Ele viu, e acreditou.9 De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura,segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
Reflexão
1-2. Os quatro Evangelhos narram os primeiros testemunhos das santas mulheres e dos discípulos acerca da Ressurreição gloriosa de Cristo. Tais testemunhos referem-se, num primeiro momento, à realidade do sepulcro vazio (cfr Mt 28,1-15; Mc 16,1 ss.; Lc 24,1-12). Depois relatarão diversas aparições de Jesus Ressuscitado.
Maria Madalena é uma das que assistiam o Senhor nas Suas viagens (Lc 8,1-3); junto com a Virgem Maria seguiu-O corajosamente até à Cruz (Ioh 19,25), e viu onde tinham depositado o Seu Corpo (Lc 23,55). Agora, uma vez passado o repouso obrigatório do Sábado, vai visitar o túmulo. Notemos o pormenor evangélico: «De manhãzinha, ainda escuro»: o amor e a veneração fazem-na ir sem demora junto ao Corpo do Senhor.
4. O quarto Evangelho põe em realce que, ainda que fossem as mulheres, e em concreto Maria Madalena, as primeiras a chegar ao sepulcro, são os Apóstolos os primeiros a entrar e a perceber os pormenores externos que mostram que Cristo ressuscitou (o sepulcro vazio, os tecidos «caídos», o sudário à parte). Dar testemunho deste fato será ponto essencial da missão que lhes confiará Cristo: «Sereis Minhas testemunhas em Jerusalém… e até aos confins da terra» (Act 1,8; cfr Act 2,32).
5-7. João, que chegou antes — quiçá porque era mais jovem —, não entrou, por deferência para com Pedro. Isto insinua que já então Pedro era considerado como cabeça dos Apóstolos.
As palavras que emprega o Evangelista para descrever o que Pedro e ele viram no sepulcro vazio exprimem com vivo realismo a impressão que lhes causou o que ali encontraram, e como ficaram gravados na sua memória alguns pormenores à primeira vista irrelevantes. As características que apresentava o sepulcro vazio foram até tal ponto significativas que os fizeram intuir de algum modo a Ressurreição do Senhor. Alguns termos que aparecem no relato necessitam de ser explicados; a simples tradução dificilmente pode exprimir todo o conteúdo.
«As ligaduras no chão»: O particípio grego que traduzimos por «caídas» ou «no chão» parece indicar que as ligaduras tinham ficado aplanadas, como vazias ao ressuscitar e desaparecer dali o corpo de Jesus, como se Este tivesse saído dos tecidos e das ligaduras sem ser desenroladas, passando através delas (tal como entrou mais tarde no Cenáculo «estando fechadas as portas»). Por isso, os tecidos estavam «caídos», «planos»,«jacentes» segundo a tradução literal do grego, ao sair deles o Corpo de Jesus que os tinha mantido antes em forma avultada. Assim se compreende a admiração e a recordação indelével da testemunha. «O lençol… à parte, ainda enrolado para outro sítio»: A primeira observação é que o sudário, que tinha envolvido a cabeça, não estava em cima dos tecidos, mas ao lado. A segunda, mais surpreendente, é que, como os tecidos, conservava ainda a sua forma de envoltura, mas, de modo diferente daqueles, mantinha certa consistência de volume, à maneira de casquete, provavelmente devido ao endurecimento produzido pelos unguentos. Tudo isso é o que parece indicar o correspondente particípio grego, que traduzimos por «enrolado».
Destes pormenores na descrição do sepulcro vazio depreende-se que o corpo de Jesus ressuscitou de maneira gloriosa, isto é, transcendendo as leis físicas. Não se tratava apenas da reanimação do corpo, como por exemplo, no caso de Lázaro, que necessitou de ser desligado das ligaduras e outros tecidos da mortalha para poder andar (cfr Ioh 11,44).
8-10. Como lhes tinha dito Maria Madalena, o Senhor não estava no sepulcro; mas os dois Apóstolos deram-se conta de que não podia tratar-se de um roubo, como ela supunha, pois viram que os tecidos e o sudário se encontravam colocados de um modo especial (cfr a nota a Ioh 20,5-7); ao vê-los assim começaram a compreender o que tantas vezes lhes tinha explicado o Mestre acerca da Sua Morte e Ressurreição (cfr Mt 16,21; Mc 8,31; Lc 9,22; etc.; cfr, além disso, as notas a Mt 12,39-40 e Lc 18,31-40).
O sepulcro vazio e os outros dados que o acompanham são sinais perceptíveis pelos sentidos; a Ressurreição, pelo contrário, ainda que possa ter efeitos comprováveis pela experiência, requer a fé para ser aceite. A Ressurreição de Cristo é um fato real e histórico: nova união do corpo e da alma de Jesus. Mas, sendo uma Ressurreição gloriosa — não como a de Lázaro—, que está muito acima do que podemos apreciar nesta vida, e supera, portanto, os limites da experiência sensível, requer-se uma ajuda especial de Deus — o dom da fé — para conhecer e aceitar com certeza este fato que, ao mesmo tempo que é histórico, é sobrenatural. Portanto, pode dizer-se com São Tomás de Aquino que «cada um dos argumentos de per si não bastaria para demonstrar a Ressurreição, mas, tomados em conjunto, manifestam-na suficientemente; sobretudo pelo testemunho da Sagrada Escritura (cfr especialmente Lc 24,25-27), pelo anúncio dos Anjos (cfr Lc 24,4-7) e pela palavra de Cristo confirmada com milagres» (cfr Ioh 3,13; Mt 16,21; 17,22; 20,18) (Suma Teológica, III, q.55, a. 6 ad 1).
Além das predições de Cristo acerca da Sua Paixão, Morte e Ressurreição (cfr Ioh 2,19; Mt 16,21; Mc 9,31; Lc 9,22), já no Antigo Testamento estava anunciado o triunfo glorioso do Messias e, de certo modo, a Sua Ressurreição (cfr Ps 16,9; Is 52,13; Os 6,2). Os Apóstolos começam a compreender o verdadeiro sentido da Sagrada Escritura depois da Ressurreição do Senhor, e mais especialmente quando recebem o Espírito Santo, que ilumina plenamente as suas inteligências para compreender o conteúdo da Palavra de Deus. É de supor a surpresa e o alvoroço de todos os discípulos ao ouvir contar a Pedro e a João o que tinham visto no sepulcro.
“Ressuscitemos para a Vida Nova”
Somos testemunhas
Na celebração da Vigília Pascal recebemos um profundo ensinamento das leituras da Palavra de Deus que proclamaram a presença do Ressuscitado e nos deram o sentido de sua Ressurreição. Diversos foram os símbolos usados como o fogo, a luz, a água, o canto e a comunidade, para nos introduzir neste mistério. Fomos envolvidos pela renovação das promessas do Batismo e pela celebração da Eucaristia. Neste Domingo de Páscoa podemos cantar o “Aleluia”, pois o Pai ressuscitou Seu Filho e a nós que cremos Nele. Cristo, morrendo, destruiu a morte, ressurgindo deu-nos a vida (prefácio). Nós somos testemunhas do acontecimento da Ressurreição porque acolhemos o testemunho dos Apóstolos como Pedro afirma na casa de Cornélio: “E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles O mataram, pregando-O numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos” (At 10,40-41). São testemunhas de um Vivo. O contato com Jesus vivo, depois de ter passado pela morte e ressuscitado, deu aos apóstolos e aos discípulos força de anúncio e libertação de todos os males, como o fora o próprio Jesus que “ungido pelo Espírito e com poder, andou por toda parte fazendo o bem e curando a todos que estavam dominados pelo demônio” (38). Assim Pedro reconhece a presença do Espírito na casa de Cornélio, centurião romano. Ali mesmo reconheceu que a boa notícia é para todos. O Espírito é dado também aos pagãos. Por isso podem também receber o batismo. A Ressurreição é obra de Deus.
Não basta ver, é preciso crer
Os discípulos Pedro e João, ao anúncio de Madalena, correm ao túmulo. Pedro entrou no túmulo e viu. João viu e creu. É a fé na Ressurreição que garante o testemunho. É o Espírito que vai abrir a mente para que entendam. Ele está vivo. A mulher é a primeira testemunha, como a Igreja é a primeira a testemunhar que Cristo está vivo e a garantia de sua presença no meio de nós. O Espírito ensina que a fé na Ressurreição é garantia de vida eterna. Morrendo destruiu a morte, ressurgindo deu-nos a vida (prefácio). A nós também cabe não somente saber, mas crer, isto é, transformar a vida a partir dos frutos da Ressurreição que é a Vida Nova. Paulo insiste: “Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto; … Aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres” (Cl 3,1-2). Crer significa um novo modo de viver. Não há fé só intelectual, mas gera o modo de vida. Ela conduz também ao anúncio da certeza da Ressurreição.
Vida escondida em Cristo
Fazemos parte da História da Salvação. A Ressurreição nos une a Cristo, como disse Paulo: “Vós morrestes e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus” (Cl 3,3). Estar com a vida em Deus é o novo nascimento. A fé nos gera para Deus. Celebrando os mistérios pascais, chegamos à luz da Ressurreição. E a Igreja se renova e renasce (Oferendas). A mudança de conduta acontece quando nos abrimos à caridade. Tiramos as pedras da porta do sepulcro de nosso coração e manifestamos o Resuscitado. A Páscoa não é um acontecimento passado. Acontece em cada ato de amor. A festa da Páscoa acenda sempre em nós o desejo do Céu (Vigília). Não desanimar quando tudo parece perdido. Ninguém está perdido. A todos, em Cristo foram escancaradas as portas do Céu. Cada Eucaristia torna presente a Ressurreição. Por isso dizemos: fazendo memória da Ressurreição.
Na Vigília Pascal somos ensinados pela Palavra e pelos símbolos. Participamos do Mistério Pascal de Cristo. Renovamos o Batismo. Hoje podemos cantar o Aleluia vitorioso. Pai ressuscitou Seu Filho e a nós que cremos. Somos testemunhas porque acolhemos o testemunho dos apóstolos. O contato com Jesus vivo foi a força que levou os apóstolos ao anúncio aberto a todos, pois o Espírito foi dado também a eles.
Os discípulos, ao anúncio da Madalena, correm ao túmulo. Pedro entrou e viu e João viu e acreditou. Ele está vivo. A Igreja é a primeira a testemunhar que Cristo vive e garantir sua presença entre nós. O Espírito transforma a fé em garantia de vida eterna. Cabe a nós transformar a fé em frutos de vida nova.
Nossa vida está escondida com Cristo em Deus. É o novo nascimento. A mudança de conduta se dá quando nos abrimos à caridade. A Páscoa acontece em cada ato de amor. Ninguém está perdido, pois as portas do Céu foram escancaradas em Cristo. Em cada Eucaristia está presente a Ressurreição.
É uma notícia que ninguém recebe. Jesus venceu a morte e nos abriu o caminho para a vida eterna com sua Vida na Ressurreição.
O convite da celebração de hoje é ressuscitar com Jesus. Com a Ressurreição de Jesus, nós também ressuscitamos para a Vida, mas continuamos na vida. Para completar esta Vida em nós, S. Paulo nos convida a andar na terra, mas com a cabeça no Alto, onde está Cristo.
Estar ressuscitado é buscar as coisas celestes. Não tira a gente do mundo, mas tira o mundo de dentro da gente. É dar sentido divino ao que vivemos na natureza que Deus nos deu.
Como Pedro e João, corremos ao túmulo para crer que Ele vive. É dia de alegria total, pois nosso Redentor redimiu a todos e nos abriu as portas do Paraíso. Com a Páscoa recebemos as maiores riquezas. Por que perder toda esta riqueza por tão poucas coisas?
LITURGIA DIÁRIA ( DOMINGO DE PÁSCOA) - 31/03/2013
Dia: 31/03/2013
Primeira Leitura: Atos dos Apóstolos 10, 34a.37-43
(branco, glória, creio, prefácio da Páscoa I - I semana do saltério)
Livro dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.
39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.
42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos.
43Todos os profetas dão testemunho dele: “Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.
39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.
42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos.
43Todos os profetas dão testemunho dele: “Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmo (Salmos 117,1-2.16ab-17.22-23 (R.24))
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!/ ‘Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”
— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou./ Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!
— A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:/ Que maravilhas ele fez a nossos olhos!
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!/ ‘Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”
— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou./ Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!
— A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:/ Que maravilhas ele fez a nossos olhos!
Segunda leitura (Colossenses 3,1-4)
Carta de São Paulo apóstolo aos Colossenses:
Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus.
4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus.
4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Evangelho (João 20,1-9)
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
- Glória a vós, Senhor.
sábado, 30 de março de 2013
PROGRAMAÇÃO DESTE SÁBADO SANTO EM NOSSA PÁROQUIA (DE ALELUIA)

Confira a programação
19h – Matriz de Nossa Senhora de Fátima
19h – Alto da Boa Vista
20h – Samanaú
Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de Cristo nos dá para
hoje:
Daí vem, ó meu Deus, que "segundo o homem interior
me deleito em vossa lei" (Rom 7, 22), sabendo que vosso mandato é bom, justo e
santo, que reprova todo mal e ensina que se deve fugir ao pecado. Segundo a
carne, porém, estou escravizado à lei do pecado, pois obedeço mais à
sensualidade que à razão. Daí vem que "tenho vontade de fazer o bem, mas não sei
realizá-lo" (Rom 7, 18). Por isso faço muitos bons propósitos, mas faltando-me
vossa graça que auxilie minha fraqueza, com o menor obstáculo desfaleço e
desisto. Assim sucede que bem conheço o caminho da perfeição e vejo claramente o
que devo fazer. Entretanto, oprimido com o peso da corrupção, não me elevo ao
que é mais perfeito. 1. Oh! Como me é necessária, Senhor, vossa graça, para
começar, continuar e completar o bem. Porque sem ela nada posso fazer, mas tudo
posso em vós, se me confortar vossa graça, Ó graça verdadeiramente celestial,
sem a qual nada valem os próprios merecimentos, nem apreço merecem os dons
naturais! Nada valem diante de vós, Senhor, as artes e a riqueza, a formosura e
a fortaleza, o engenho e a eloqüência - sem a graça. Porque os dons da natureza
são comuns aos bons e aos maus; mas a graça ou caridade é peculiar dos
escolhidos, porque os torna dignos da vida eterna. Tão excelente é esta graça,
que nem o dom da profecia, nem o poder de fazer milagres, nem a mais alta
contemplação tem valor algum sem ela. Nem mesmo a fé, nem a esperança, nem as
outras virtudes vos agradam, sem a graça e sem a caridade. ( Da corrupção da
natureza e da eficácia da graça divina)
Fonte: Imitação de Cristo
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