Ontem as 19hs aconteceu a Coroação na Capela de São Judas
Tadeu no Conjunto Samanaú. Que iniciou com a Celebração da Palavra, Adoração e Bênção
do Santíssimo Sacramento, presidida pelo Diácono Manoel Cassiano. Uma tradição
que atravessa os séculos continua viva entre os católicos de todo Mundo. Com a
chegada do mês de maio, as paróquias abrem suas portas para as celebrações de
coração a Nossa Senhora, tradição católica nascida em 1280, na Europa e trazida
ao Brasil pelos portugueses. Vestidas de anjo, com coroas de flores e asas, Crianças
entoam cantos enquanto oferecem a Nossa Senhora a palma, que representa a
pureza de Maria, o véu, sua virgindade, a coroa, sua realeza e as flores, que
remetem a homenagem feita por São Felipe Neri e que deu origem a celebração. Em
nossa Paróquia, as homenagens acontecem em quase todas as Capelas e contam com
a colaboração de membros da comunidade católica, que preparam os altares,
organizam a agenda, ensaiam o canto, transmitindo às crianças o verdadeiro
sentido da tradição e fé envolvidas no gesto.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Fotos da Procissão de Encerramento da Festa de N. S. de Fátima
A procissão de encerramento da Festa de Nossa Senhora Fátima,
padroeira da Zona Norte de Caicó, levou centenas de fiéis às ruas na tarde desta
Domingo (02). Saindo da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima, no Conjunto
Vila do Príncipe, o cortejo seguiu por algumas ruas deste Bairro e ao retornar aconteceu
o encerramento da festa com o arreamento da Bandeira, a Missa de encerramento foi
celebrada pela manhã com o Administrador Diocesano Padre Ivanoff da Costa
Pereira. Devotos de todas as idades
acompanharam a celebração.
Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de Cristo nos dá para
hoje:
Nas tentações e adversidades se vê quanto cada um
tem aproveitado; nelas consiste o maior merecimento e se patenteia melhor a
virtude. Não é lá grande coisa ser o homem devoto e fervoroso quando tudo lhe
corre bem; mas, se no tempo da adversidade conserva a paciência, pode-se esperar
grande progresso. Alguns há que vencem as grandes tentações e, nas pequenas,
caem freqüentemente, para que, humilhados, não presumam de si grandes coisas,
visto que com tão pequenas sucumbem. (Como se há de resistir as tentações)
Fonte: Imitação de Cristo
SANTO DO DIA - 03/06/2013
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Santa
Clotilde
Clotilde nasceu em Lion, França, no ano 475, filha do rei
ariano, Childerico de Borgonha. Mais tarde, o rei, junto com a esposa e três dos
seus cinco filhos, foi assassinado pelo próprio irmão, que lhe tomou o trono.
Duas princesas foram poupadas, uma era Clotilde.
A menina foi entregue à uma tia, que a educou na religião católica. Cresceu muito bonita, delicada, gentil, dotada de grande inteligência e sabedoria. Clodoveu, rei dos francos, se encantou por ela. Foi aconselhado pelos Bispos católicos do seu reino a pedir a mão de Clotilde. Ela aceitou e se tornou a rainha dos francos. Ao lado do marido, pagão, irrascível, ambicioso e guerreiro, Clotilde representava a gentileza, a bondade e a piedade cristã. Imbuída da vontade de fazer o rei se tornar cristão, para que ele fosse mais justo com seus súditos oprimidos e parasse com as conquistas sangrentas, ela iniciou sua obra de paciência, de persuasão e de bom exemplo católico. Clodoveu de fato amava muito a esposa. Com ela teve três herdeiros que, infelizmente herdaram o seu espírito belicoso. Não se importava que Clotilde rezasse para seu Deus, ao invés de ir ao templo pagão levar oferendas aos deuses pagãos, quando partia e voltava vitorioso dos combates. Por outro lado, apreciava os conselhos do Bispo de Reims, Remígio, agora Santo, que se tornara confessor e amigo pessoal da rainha. Com certeza a graça já atuava no coração do rei. Foi durante a batalha em 496, contra os alemães que ele foi tocado pela fé. O seu exercito estava quase aniquilado, quando se lembrou do "Deus de Clotilde". Ele se ajoelhou e rezou para Jesus Cristo, prometendo se converter bem como todo seu exercito e reino, se conseguisse a vitória. E isto aconteceu. Clodoveu ao vencer os alemães, unificou o reino dos francos, formando o da França, do qual foi consagrado o único rei. Pediu o batismo ao bispo Remígio, assistido por todos os súditos. Em seguida todos os soldados do exercito foram batizados, seguidos por toda a corte e súditos. Ele tornou a França um Estado católico, o primeiro do Ocidente, em meio a tantos reinos pagãos ou arianos. Clotilde e Clodoveu, construíram a igreja dos Apóstolos hoje chamada de igreja de Santa Genoveva, em Paris. Mas logo depois Clodoveu morreu. Pela lei dos francos, quando o rei morria o reino era dividido entre os filhos homens, que eram três. Aí começou o longo período de sofrimento da rainha Clotilde, assistido por todos seus súditos que a amavam e a chamavam de "rainha santa". Os filhos, se envolveram em lutas sangrentas disputando o reino entre si, gerando muitas mortes na família. Então, Clotilde se retirou para a cidade de Tours perto do sepulcro de São Martinho, para rezar, construir igrejas, mosteiros e hospitais para os pobres e abandonados. Depois de trinta e quatro anos, a rainha faleceu, no dia 03 de junho de 545, na presença de seus filhos. Imediatamente a fama de sua santidade se propagou. O culto à Santa Clotilde foi autorizado pela Igreja. A sua memória se tornou uma benção para o povo francês e para todo o mundo católico, sendo venerada no dia de sua morte. | |
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São Carlos Lwanga e
companheiros (mártires)
São Carlos Lwanga e seus 21 companheiros sofreram o martirio
durante o reinado de Mwanga. Por volta do ano 1885. O rei reuniu a corte numa
manhã dando uma ordem estranha: "Todos entre vocês que não têm intenção de rezar
podem ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que querem, rezar reúnam-se
contra aquele muro". O chefe dos pagens, Carlos Lwanga, foi o primeiro a seguir
até o muro, sendo seguido por outros quinze. O rei perguntou então, mas vocês
rezam de verdade?. Sim meu senhor, nos rezamos. respondeu Carlos em nomes dos
companheiros que ficara a noite toda rezando. Querem continuar rezando?. Sim meu
senhor, até a morte. Então, matem-os, decidiu bruscamente o rei, dirigindo-se
aos algozes. Rezar, tinha-se tornado sinônimo de ser cristão, e era
absolutamente proibido no reino de Mwanga, rei de Buganda, região que atualmente
faz parte da Uganda.
Carlos Lwanga foi o primeiro a ser assassinado, foi queimado lentamente a começar pelos pés. Kalemba Murumba, foi abandonado numa colina com as mãos e os pés amputados, morrendo de hemorragia. André Kagua, foi decapitado e o último João Maria, (02 de Junho de 1886). | |
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