domingo, 16 de dezembro de 2012

Fotos da Missa de encerramento da Festa de Santa Luzia

A Comunidade Alto da Boa Vista agradece a todos os caicoenses e visitantes que Partilharam a alegria dos festejos de sua padroeira, “SANTA LUZIA” neste ano, que teve inicio no dia 07/12/2012 e  encerrou-se na manhã deste Domingo com Missa presidida pelo nosso pároco Pe. José Alexandre Lopes e assistida pelos Diáconos Manoel Cassiano, e Clésio Ricardo de Brito e do Leito Acolito Aerynilson e os ministros extra-ordinários. E logo após a Missa foi realizado a Procissão de Encerramento com arreamento da Bandeira. Confira as fotos deste encerramento.























































Acompanhe as fotos da 3º e ultima Novena Aqui
Foto da 2º Novena do Tríduo Aqui
Fotos da 1º Novena do Triduo Aqui

Conselho do Dia


Este é o conselho que a Imitação de Cristo nos dá para hoje:
 
Toda a perfeição, nesta vida, é mesclada de alguma imperfeição, e todas as nossas luzes são misturadas de sombras. O humilde conhecimento de ti mesmo é caminho mais certo para Deus que as profundas pesquisas da ciência. Não é reprovável a ciência ou qualquer outro conhecimento das coisas, pois é boa em si e ordenada por Deus; sempre, porém, devemos preferir-lhe a boa consciência e a vida virtuosa. Muitos, porém, estudam mais para saber, que para bem viver; por isso erram a miúdo e pouco ou nenhum fruto colhem.(Dos ensinamentos da verdade).
 
Fonte: Imitação de Cristo

SANTO DO DIA - 16/12/2012

16/12
Santa Adelaide
Narrada por Santo Odilo, abade de Cluny, que conviveu com ela, a vida de Santa Adelaide emociona pelos sofrimentos que passou. De rainha tornou-se prisioneira, sofreu maus tratos e passou por diversas privações, para depois, finalmente assumir um império. Tudo isso dentro da honestidade, vivendo uma existência piedosa, de muita humildade e extrema caridade para com os pobres e doentes.

Nascida em 931, Adelaide era uma princesa, filha do rei da Borgonha, atual França casado com uma princesa da Suécia. Ficou órfã de pai, aos seis anos. A corte acertou seu matrimônio com o rei Lotário, da Itália, do qual enviuvou três anos depois. Ele morreu defendendo o trono, que acabou usurpado pelo inimigo vizinho, rei Berenjário. Então, a rainha Adelaide foi mandada para a prisão. Contudo ajudada por amigos leais, conseguiu a liberdade. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oton. Esse, além de lhe devolver a corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos.

Durante anos tudo era felicidade, mas o infortúnio atingiu-a novamente. O imperador morreu e Adelaide viu-se outra vez viúva. Assumiu seu filho Oton II, que aceitava seus conselhos, governando com ponderação. Os problemas reiniciaram quando ele se casou com a princesa grega, Teofânia. Como não gostava da influência da sogra sobre o marido, conseguiu faze-lo brigar com a mãe, por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas. Por isso exigiu que Adelaide deixasse o reino.

Escorraçada, procurou abrigo em Roma, junto ao Papa. Depois passou um período na França, na corte de seu irmão, rei da Borgonha. Mas a dor da ingratidão filial a perseguia, Viu também que ele reinava com injustiça, dentro do luxo, da discórdia e da leviandade, devido a má influência de Teofânia. Nessa época foi seu diretor espiritual o abade Odilo, de Cluny. Ao mesmo tempo o abade passou a orientar Odon II. Após dois anos de separação, arrependido, convidou a mãe a visitá-lo e pediu seu perdão. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois.

Como o neto de Adelaide, Oton III, não tinha idade para assumir o trono, a mãe o fez. E novamente a vida de Adelaide parecia se encaminhar para o martírio. Teofânia, agora regente, pretendia matar a sogra. Só não morreu, porque Teofânia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção. O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação.

Nos últimos anos de vida Adelaide foi para o convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburgo. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999.
Santo Ádon
Santo Ádon, era de origem nobre, nasceu mais ou menos por volta do ano 800. Em seus méritos tem o de ter oferecido aos cristãos um Martirológio, isto é, um calendário de santos distribuídos para cada dia do ano, que fosse de proveito tanto para os historiadores futuros, como aos devotos. Esta obra serviu também de modelo, não obstante as muitas falhas, aos outros Martirológios que seguiram, de modo particular o Romano. No próprio Martirológio, Ádon deixou seu nome, não no elenco dos santos, mas no prefácio, para definir-se não academicamente e sim com toda a humildade "pecador e humilde bispo de Viena".

O documento mais importante sobre a vida deste santo e uma carta que o seu velho abade Lupo escreveu a Geraldo, conde de Viena, para propor-lhe a candidatura episcopal de Ádon, seu discípulo e companheiro. Ádon havia ingressado ainda muito jovem na abadia de Ferrieresen-Gâtinais, diocese de Sens, onde teve como companheiro Servato Lupo, o futuro abade. As etapas de sua vida são o mosteiro de Plum em Lorena, Grenoble, Lião, onde foi benévolamente acolhido por São Remígio, que lhe confiou a Paróquia de São Romano. A carta que o abade Lupo escreveu ao Conde Geraldo afirma que Ádon é o homem talhado para aquela diocese, sendo em todo sentido digno por probidade de vida e pela profunda cultura teológica.

São Ádon foi considerado um dos mais ilustres bispos da França medieval, corajoso, piedoso e ativíssimo, tomou parte em vários sínodos, restaurou a disciplina eclesiástica, exerceu notável influência sobre a política do seu tempo e foi um defensor da liberdade da Igreja.

Santo Ádon morreu no ano 875.

Liturgia Diária - 16/112/2012



Dia: 16/12/2012
Primeira Leitura: Sofonias 3, 14-18

III DO ADVENTO
(roxo ou róseo, creio, prefácio do Advento I - III semana do saltério)
Leitura da Profecia de Sofonias:

14Canta de alegria, cidade de Sião; rejubila, povo de Israel! Alegra-te e exulta de todo o coração, cidade de Jerusalém!
15O Senhor revogou a sentença contra ti, afastou teus inimigos; o rei de Israel é o Senhor, ele está no meio de ti, nunca mais temerás o mal.
16Naquele dia, se dirá a Jerusalém: “Não temas, Sião, não te deixes levar pelo desânimo! 17O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, o valente guerreiro que te salva; ele exultará de alegria por ti, movido por amor; exultará por ti, entre louvores, 18acomo nos dias de festa”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.



Salmo (Isaías 12,2-6)

— Exultai cantando alegres, habitantes de Sião,/ porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!
— Exultai cantando alegres, habitantes de Sião,/ porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!

— Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo;/ o Senhor é minha força, meu louvor e salvação./ Com alegria bebereis no manancial da salvação,/ e direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor.
— Invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas,/ entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime.
— Louvai cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos,/ publicai em toda a terra suas grandes maravilhas!/ Exultai cantando alegres, habitantes de Sião,/ porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!”



Segunda leitura (Filipenses 4,4-7)

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses:

Irmãos: 4Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos. 5Que a vossa bondade seja conhecida de todos os homens! O Senhor está próximo!
6Não vos inquieteis com coisa alguma, mas apresentai as vossas necessidades a Deus, em orações e súplicas, acompanhadas de ação de graças. 7E a paz de Deus, que ultrapassa todo o entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.



Evangelho (Lucas 3,10-18)

— O Senhor esteja conosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?”
11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!”
12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?”
13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”.
14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?”
João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”
15O povo estava na expectativa e todos perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.
18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa Nova.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Comentário do Evangelho


Anúncio libertador e coerente

João Batista faz seu anúncio profético nas regiões vizinhas da Judeia ("além do Jordão", conforme o evangelho de João - 1,28; 3,26; 10,40), inaugurando um forte movimento renovador, a partir da ruptura com a doutrina e o culto do Templo de Jerusalém e com a sua linhagem sacerdotal. Com seu anúncio libertador e coerente, atrai as multidões e reúne discípulos em torno de si. O próprio Jesus vem de sua cidade, Nazaré da Galileia, para ser batizado por João.
João, com o rito simbólico de seu batismo, conclamava o povo à conversão (metanóia). Conversão significa mudança de vida, mudança de comportamento e de valores. Em relação a algumas outras práticas religiosas de abluções (purificação com água) existentes, o batismo de João era uma inovação. Ele significava um compromisso com a prática da justiça, através da qual o pecado é removido. Assim, fica descartada a tradição segundo a qual se devia buscar a purificação dos pecados através de ofertas e sacrifícios de animais a serem praticados pelos sacerdotes do Templo de Jerusalém.
Àqueles que a ele vinham, julgando-se justificados e salvos por serem "filhos de Abraão", João incitava à conversão com uma nova prática de vida, dizendo-lhes: "Produzi fruto digno de arrependimento e não penseis que basta dizer: 'Temos por pai a Abraão'. Pois eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão".
Em resposta às multidões que o procuravam, João apresenta o essencial da nova prática a ser assumida a partir do compromisso do batismo. Com as recomendações de partilhar as túnicas e a comida, não cobrar nada além do estabelecido (aos publicanos), de não maltratar a ninguém, não fazer falsas denúncias e não extorquir dinheiro (aos soldados), fica caracterizada a efetiva conversão pelo amor e pela prática da justiça, na solidariedade com os mais fracos e empobrecidos.
Jesus se fez discípulo de João, contudo, amplia seu movimento com um novo caráter. O seu anúncio inicial é o mesmo de João: a conversão ao Reino de Deus que está próximo. Entretanto, a sua novidade é o dom do Espírito e da vida eterna àqueles que aderirem ao Reino, que é a vida plena para todos. A prática da justiça, decorrente da conversão e do compromisso do batismo anunciado por João, alcança, assim, uma dimensão de participação na vida divina e de eternidade, no Espírito.
Depois da morte de João Batista, seus discípulos continuarão com um movimento em paralelo ao movimento que também foi iniciado por Jesus, conforme se pode perceber em várias passagens do Segundo Testamento. Ao escreverem as memórias de João Batista, os evangelistas, a fim de atrair para o movimento de Jesus aqueles que permaneciam fiéis como discípulos de João, procuram caracterizá-lo como alguém que conscientemente se coloca em posição subalterna a Jesus.
Em clima de expectativa do Advento, ao renovarmos a consciência da presença de Jesus encarnado entre nós, Filho de Deus e eterno, enchemo-nos de alegria. "O Senhor está a teu lado... apaixonado de amor por ti" (primeira leitura). "Alegrai-vos sempre no Senhor"!
José Raimundo Oliva


Oração
Espírito que converte para Deus, que eu permaneça atento aos apelos de conversão que me são dirigidos, para merecer ser acolhido no Reino proclamado pelo Messias Jesus.

Fonte: Paulinas Online

O Evangelho do Dia - 16/12/2012

Ano C - Dia: 16/12/2012



João Batista recomenda partilha e justiça
Leitura Orante


Lc 3,10-18

Então o povo perguntava:
- O que devemos fazer?
Ele respondia:
- Quem tiver duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma, e quem tiver comida reparta com quem não tem.
Alguns cobradores de impostos também chegaram para serem batizados e perguntaram a João:
- Mestre, o que devemos fazer?
- Não cobrem mais do que a lei manda! - respondeu João.
Alguns soldados também perguntavam:
- E nós, o que devemos fazer?
E João respondia:
- Não tomem dinheiro de ninguém, nem pela força nem por meio de acusações falsas. E se contentem com o salário que recebem.
As esperanças do povo começaram a aumentar, e eles pensavam que talvez João fosse o Messias. Mas João disse a todos:
- Eu batizo vocês com água, mas está chegando alguém que é mais importante do que eu, e não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele. Ele os batizará com o Espírito Santo e come fogo. Com a pá que tem na mão, ele vai separar o trigo da palha. Guardará o trigo no seu depósito, mas queimará a palha no fogo que nunca se apaga.
João anunciava de muitas maneiras diferentes a boa notícia ao povo e apelava a eles para que mudassem de vida. Mas falou contra o governador Herodes porque ele havia casado com Herodias, a esposa do irmão do próprio Herodes. E também porque ele tinha feito muitas outras coisas más. Então Herodes fez uma coisa ainda pior: mandou pôr João na cadeia.

Leitura Orante
 



Hoje, 3º. Domingo do Advento
Coleta da Campanha da Evangelização
Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que circulam neste ambiente
virtual.

Rezamos a Maria da Anunciação.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Oração a Nossa Senhora da Anunciação
Todas as gerações vos proclamem bem-aventurada, ó Maria!
Crestes na mensagem celeste, e em vós se cumpriram grandes coisas, como vos fora anunciado.
Maria, eu vos louvo!
Crestes na Encarnação do Filho em vosso seio virginal e vos tornastes Mãe de Deus.
Raiou então o dia mais feliz da humanidade!
As pessoas tiveram o Mestre divino.
Maria, alcançai-me a graça de uma fé viva, forte, atuante.
Maria, Mãe, Mestra e Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.

1. Leitura (Verdade)


O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 3,10-18

Das mais diferentes pessoas vinham perguntas para João. Um dos seguidores perguntou a João o que deviam fazer para viver a fé. A primeira recomendação de João é a partilha. Repartir roupa, comida.
Cobradores de impostos também fazem perguntas: "O que devemos fazer?" A estes João fala de justiça. Não cobrar a mais do que se deve, não ser corrupto.
Também os soldados queriam saber o que deviam fazer. A estes, João recomenda que não tomem dinheiro à força, nem por meio de falsas acusações.
Em seguida, João fala de alguém que vem depois dele do qual não merece a honra de desatar-lhe as sandálias. João batiza com água e o que virá batizará com o Espírito Santo. João pedia a todos que mudassem de vida.

2. Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje?
Eu me incluo entre as várias pessoas que ouviam João e acolhiam suas propostas de conversão. No Documento de Aparecida, falando dos diversos lugares de encontro com Cristo, os bispos disseram:
"Também encontramos Cristo de um modo especial nos pobres, aflitos e enfermos (cf. Mt 25,37-40), que exigem nosso compromisso e nos dão testemunho de fé, paciência no sofrimento e constante luta para continuar vivendo. Quantas vezes os pobres e os que sofrem realmente nos evangelizam! No reconhecimento desta presença e proximidade e na defesa dos direitos dos excluídos encontra-se a fidelidade da Igreja a Jesus Cristo. O encontro com Jesus Cristo através dos pobres é uma dimensão constitutiva de nossa fé em Jesus Cristo. Da contemplação do rosto sofredor de Cristo neles e do encontro com Ele nos aflitos e marginalizados, cuja imensa dignidade Ele mesmo nos revela, surge nossa opção por eles. A mesma união a Jesus Cristo é a que nos faz amigos dos pobres e solidários com seu destino." (DAp 257).

E eu me interrogo: sendo membro vivo da Igreja, faço também eu este encontro com Cristo nos pobres, partilhando bens espirituais e materiais com eles?

3.Oração (Vida)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Junto com nossa oferta de hoje, rezamos com todo o povo a Oração:
Senhor Jesus Cristo,
que vos fizestes pobre para nos enriquecer,
concedei-nos que, a Vosso exemplo,
possamos contribuir na nossa pobreza
para que as riquezas do Vosso Evangelho
possam chegar a todas as pessoas.
Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado certeza de que faço parte do Cristo, e como tal participo da vida da Igreja. Rezo a

Bênção natalina

do bem-aventurado Alberione
Jesus Menino coloque sobre tua cabeça
a sua mãozinha e derrame sobre ti
a sua luz, conforto e alegria.
Amém!

Obs.:
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Irmã Patrícia Silva, fsp