domingo, 30 de outubro de 2011

PROCISSÃO DE ENCERRAMENTO DA FESTA DO ROSÁRIO 2011

 A Solene Procissão de encerramento da Festa do Rosário teve inicio as 16h30 com a condução da venerável imagem de Nossa Senhora do Rosário, que contou com a participação do Senhor Bispo Dom Delson Pereira da Cruz OFMCap, do Pe. Edson, Pe. Alexandre e entre outros padres, do Rei e da Rainha e suas cortes, das Associações e Movimentos Marianos, do Terço dos Homens. Com o itinerário que saiu da Praça do Rosário – R. Felipe Guerra – Av. Seridó – R. Pedro Velho – Av. Celso Dantas – Av. Cel. Martiniano – Av. Seridó - R. Felipe Guerra e retornando a Praça do Rosário. E após a chegada no Santuário encerrou-se a Festa com uma Missa campal e a coroação do novo Reinado da Irmandade e a descida da bandeira, vejamos as fotos desta bonita Procissão logo abaixo.

Praça do Rosário

R. Felipe Guerra






A Irmandade dos Negros do Rosário chegando pela Av. Seridó para o inicio da Procissão









Esquina da Rua Felipe Guerra com a Av. Seridó




Av. Seridó




Seguindo na Av. Seridó, cruzando a Av. Cel. Martiniano
Av. Seridó 

Esquina da Av. Seridó com a Rua Pedro Velho
 Rua Pedro Velho
Esquina da Av. Celso Dantas com  Rua Pedro Velho
 Av. Celso Dantas



Esquina da Av. Cel. Martiniano com Av. Celso Dantas
Av. Cel. Martiniano 

Esquina da Av. Seridó com Av. Cel. Martiniano
Av. Seridó
Esquina da Av. Seridó com a  R. Felipe Guerra

R. Felipe Guerra

Praça do Rosário


Inicio da Missa de encerramento da Festa.






Pequeno Video da Prossição da Festa do Rosário

Acompanhe as outras fotos ou qualquer outro assunto de seu interesse nos marcadores que fica do lado direito da sua tela e em baixo dos vídeos do YOU TUBE, e que começa com o acólito, aniversário, e sobre nós nos marcadores Festa do Rosário, Terço dos Homens e etc.

Festa do Rosário 2011 – Encerramento da Festa - Domingo(30)

Encerramento da Festa

10h- Solene Concelebração Eucarística presidida pelo Senhor Bispo Do Delson Pereira da Cruz OFMCap. Pelos vivos da Irmandade e em sufrágio dos almas dos irmãos e Sacerdotes falelidos do seridó.

16h30 – SOLENE PROCISSÃO DE ENCERRAMENTO DA FESTA condunzindo a venerável imagem de Nossa Senhora do Rosário, com a participação do Rei e da Rainha e suas cortes, das Associações e Movimentos Marianos.
Itinerário: Praça do Rosário – R. Felipe Guerra – Av. Seridó – R. Pedro Velho – Av. Celso Dantas – Av. Cel. Martiniano – Av. Seridó - R. Felipe Guerra - Praça do Rosário.
- Ao chegar ao Santuário, Missa de encerramento da Festa, coroação do novo Reinado da Irmandade e descida da bandeira.

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Mensagens do dia ( As vestes do olhar)


Um dia, um homem foi visitar seu amigo.
Ao entrar em sua casa, deparou-se com alguns objetos que o amigo havia separado para venda. Seus olhos se maravilharam com cada um deles, bebendo da sua beleza com assombro. Ficou abismado, contemplando-os.

O relógio pareceu, por alguns segundos, ter parado os ponteiros do tempo. Enquanto isso, a mente do amigo, a quem pertencia os objetos, mergulhava em lembranças, parecia repassar as páginas da sua vida recordando o momento em que adquirira cada um daqueles objetos.

Todos tinham sua história, seu valor, não estavam mortos como pensava, mas apenas adormecidos na memória. Aquele homem que entrara em sua casa, também seu amigo, o fizera reviver, resgatando o brilho do olhar, aquele mesmo brilho que acende a chama do coração e que é tão comum nas crianças.

Então, se deu conta de que o amigo que veio lhe visitar, ao contemplar a sua casa, a via com a novidade do olhar, tudo lhe era novo, belo. O que para ele não passava de cacarecos, para o amigo, encantava e seduzia. Percebeu que seu olhar estava acostumado, não via mais nada, tudo se transformara em lugar comum, passava por cada cômodo como passava por cada pessoa que compunha o mosaico da sua vida, com certa indiferença. Olhar batido de quem não mais se encanta, não se admira com a vida em suas mais variadas expressões.

Lembrou-se, então, do dia em que visitou um sebo. Seus dedos corriam admirados por entre as páginas dos velhos livros, que iam adquirindo força, vida, ante seus olhos enternecidos. Aqueles livros estavam mortos para os outros, mas vivos para ele, suas palavras faziam seu coração pulsar, engrandecer-se, a mente viajava, alimentava-se com novas paisagens. Idéias que para os outros estavam ultrapassadas, para ele eram recém descobertas, pareciam pães fresquinhos saídos da padaria.

Assim é cada pessoa, não precisa de uma nova vida, mas de novos olhos: para contemplar, para encantar-se, para encontrar-se, para amar. E quem dá novos olhos é o coração. Um coração receptivo, aberto e filial. Um coração que todos os dias se volta para Deus, Pai misericordioso, bondoso e amoroso. Deixando escapar dos lábios o Sim. O "Faça-se em mim segundo a tua palavra" Lc 1,38. Para, assim, a Palavra se fazer carne e habitar entre nós Jo 1,14.


Autor desconhecido

Mensagens do dia, com Pe. Zezinho - O Deus que nos procura

O Deus que nos procura
 Pe. Zezinho, scj

O Deus que nós procuramos é o Deus que nos procura. Com a diferença de que o Deus que nos procura sabe onde nos procurar e nós nem sempre sabemos como e onde procurá-Lo. Para piorar as coisas, muitas vezes O procuramos superficialmente e saímos por aí gritando em voz alta que O achamos, ou que Ele nos fez dizer isso e mais aquilo, quando nem era Ele.
O Deus que nós procuramos procurou-nos muito antes que nós O procurássemos. É como diz o Evangelista na sua magnífica epístola onde mostra o que é o amor cristão: "Amemos a Deus porque Deus nos amou primeiro" (1Jo 4-19). Em matéria de viver e de amar Deus nos precedeu, e em matéria de procurar, Deus nos antecedeu. Ele nos procurou antes do que nós o procurássemos e continua a nos querer perto Dele. Mesmo que não O procuremos nunca, Ele estará nos chamando, não como quem procura, mas como quem quer diálogo. Deus sabe onde estamos e sabe perfeitamente o que somos e o que sentimos. Mas não deixa de ser uma procura, uma busca cuidadosa e atenciosa de chegar até alguém que para Ele é importante.
Porque Deus se importa, para Ele somos importantes. Deus nos criou, mas não nos tem totalmente porque muitas vezes O negamos, embora a palavra seja muito pobre, podemos dizer que Deus nos procura. Faz como a mãe que sabe que o pequeno está em algum lugar da casa fazendo arte. Então, ela vai atrás e o chama porque meninos e crianças nem sempre têm noção do que fazem. A mãe mostra presença para que a criança não tenha medo, nem passe dos limites. Ela tem que saber que tem mãe por perto.
Deus faz coisa semelhante, só que muito melhor. Ele vem pedir de nós uma coisa que não pode forçar em nós: o amor. O dono do Universo quer ser amado, embora não precise disso. Nossa Bíblia diz que Deus espera isso de suas criaturas; que correspondam, porque a única maneira de sermos o que devemos ser é corresponder ao seu amor. Deus é como os pais da terra, que gostariam de ser amados pelos filhos, não tanto por seu coração de pai carente, mas para que os filhos aprendam a viver e amar começando pelos pais. Ninguém ama direito os outros se não ama os seus pais. Ninguém ama direito se não ama aquele que é o amor. E é por isso que Deus nos procura. Digamo-lo de maneira um pouco mais forte: o criador de bois, de ovelhas e de galinhas sabe porque os procura. Sozinhos talvez não sobrevivam. Sem Deus não dá.

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Mensagens do dia, com Pe. Zezinho - Leve-me a conviver

Leve-me a conviver
 Pe. Zezinho, scj

Ainda não aprendi a conviver com irmãos e irmãs que não pensam como eu penso, não pregam como eu prego e não oram como eu oro. Ainda não sou suficientemente cristão, por isso mesmo, suficientemente ecumênico. Cristãos de verdade são fraternos e ecumênicos e, embora discordem do modo de crer e afirmar a fé, percebem Tua luz nas outras igrejas. Não se acham os únicos eleitos. Ainda sofro da tentação de achar que sou mais cristão do que eles; que eles precisam mudar e eu não! Preciso aprender urgentemente a praticar este exercício de humildade.

Há santos fora da minha casa, santos em outros grupos da minha igreja, santos em outras religiões, santos que tu fizeste porque são teus santos e não nossos. Não fomos nós que os fizemos santos, nem nosso maravilhoso movimento ou nossa querida comunidade. Foste Tu, Senhor, com a anuência e a concordância deles.

Concede-me, pois, a graça de tentar, nos anos de vida que me restam, ser um santo a teu modo; não ao meu; um santo que não entra em competição. Direi sempre o que penso, mas quero dizê-lo sem perder o respeito pelos irmãos de quem eventualmente eu discordo. Que meus irmãos sejam santos e consagrados do jeito deles. Eu tentarei ser santo do teu e do meu jeito. Se discordar deles, quero discordar com amor e sinceridade, de tal maneira que eles percebam que eu os amo.

Para que serve um santo, se ele não se pauta pela verdade? Para que um santo se não admira o que é bom da parte dos outros? Para que um santo que não discorda com sinceridade? Ajuda-me a não brigar pelo teu colo e a não achar que estou mais nele do que os outros. Que eu me contente com o pedacinho que tenho, que já é grande e que basta para as minhas pretensões de, um dia, encontrar-te e viver ao teu lado por toda a eternidade. Merecer, eu não mereço, mas espero estar em Ti para sempre, porque sei que da tua misericórdia.

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Mensagens do dia, com Pe. Zezinho - O púpito envolvente

O púpito envolvente
 Pe. Zezinho, scj


Olho as igrejas, o púlpito de ontem e o de hoje e me vem à mente a palavra "xaris", do grego. Pode ser traduzida como graça, charme, algo mais. O púlpito de hoje tem um algo mais e um charme que o de ontem não tinha, embora, em muitos casos, tenha conteúdo bem menos profundo, menos sociológico, antropológico ou teológico. Mas são mais envolventes e encantadores.

A canção, de longa data tem ajudado a pregação, mas os novos recursos da mídia, que é hoje o mais novo púlpito das mais diversas igrejas, com pregadores de forte apelo e imensa simpatia, tem trazido, em todas as igrejas, um afluxo, quase caudal, de novos adeptos. Se um dia se tornarão crentes é outro assunto.

Milagres, exorcismos, curas, muletas ao chão, óculos na grama, cadeiras de roda abandonadas impressionam, mas isso porque o pregador ganhou credibilidade pelo seu charme, pelo entusiasmo, pela maneira de pregar. Há quem goste daquele jeito e daquela forma de anunciar Jesus. Há quem não goste. Quem não gosta terá outros templos e outros pregadores com quem sintonizar. Novas igrejas, novos templos e novos pregadores é o que não tem faltado nesses tempos de mídia farta e ao alcance de todos.

Gravei, recentemente, a prece de um deles, de formação pentecostal que pedia a Deus para cura de 49 doenças. Ou ele as conhecia por ter estudado medicina, ou lera alguma lista na Internet. Queria atingir o máximo de fiéis e aquela parecia uma boa proposta. Chamava-as de demônios. Assim, em dez minutos de oração afirmava que Deus estava curando as vítimas de irritabilidade, motilidade, obstrução pilórica, agranulocitose, miastenia, enfarto do miocárdio, e, assim por diante. Citou 49 doenças. Gravei o programa. Em algum lugar alguém teria aquela doença. Se a pessoa não se converteu, ao menos foi tocada e ficou o convite.

Qualquer fiel menos instruído que ouve um pregador entusiasmado a pedir a cura da enfermidade que o aflige, sentir-se-á incluído. Entre milhares, talvez milhões de ouvintes e telespectadores é impossível que não haja pelo menos uns dois mil com algumas daquelas enfermidades.

É pregador confundindo graça alcançada com graça pedida e simpatia e charme com eficácia. Embora garantisse que, naquele momento, fiéis estavam sendo curados, tática muito comum entre alguns grupos pentecostais, não havia como verificar sua garantia. De fato, milhares desses novos pregadores na Igreja Católica e nas evangélicas ou pentecostais garantem que durante sua prece "demônios estão caindo por terra". Se conseguem tais curas naquela hora, ninguém verifica. Mas as palavras produzem o seu efeito em alguns irmãos mais carentes de atenção. Alguém se lembrou da sua perplexidade e da sua dor.

***

É o novo charme do novo púlpito. Tem luzes, cores, closes, flashes, detalhes que, ontem, o fiel não via. Tem testemunho do fiel curado para milhões de espectadores. Jesus, segundo alguns evangelistas, às vezes levava para um canto ou para fora da vista do povo (Mc 8,23) e propunha depois da cura que não dessem testemunho (Mt 8,4; 9,30; 16,20;17,9). Hoje a proposta é bem mais proselitista e segue o caminho inverso.

Uma câmera e um microfone estão a postos para mais um testemunho de que Jesus foi outra vez eficaz, e, é claro, naquele grupo de cristãos! Apóiam-se mais em Mateus 10,27 que sugere que se proclame a boa nova de cima dos telhados. Por que silenciar se o milagre aconteceu? Mc 8,30 e Lc 9,21 sugerem que Jesus proibia severamente que dessem testemunho. Nem sempre obedeciam.

O púlpito envolvente tem feito muitos novos adeptos. E em geral, o pregador incentiva o fiel a testemunhar a favor de Jesus naquela igreja, vale dizer, a seu favor! Seria mais digno de crédito o pregador que chamasse os que foram curados em outros templos e outras igrejas para testemunhar o que Jesus fez a um católico ou a um evangélico de outra igreja ou de outro movimento. Não tem sido esta a práxis. A "aqui" tem tido uma força avassaladora. O Jesus que cura ali, aparentemente não cura "lá"... Não há ecumenismo que viceje num ambiente assim parcial...
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SANTO DO DIA

30/10
Restituta Kafka Irmã Maria Resoluta
No dia 1º de maio de 1894 nasceu Helene, filha de Anton e Maria Kafka na cidade de Brno, atual República Checa. Naquele tempo a região se chamava Morávia que estava sob o governo do imperador austríaco Francisco José. No ano de 1896, a família Kafka se transferiu para Viena, capital do Império.

Helene concluiu os estudos com o diploma de enfermeira e o desejo de se tornar religiosa. Inicialmente ela se conformou com a negativa dos pais, mas ao completar vinte anos, ingressou na congregação das Franciscanas da Caridade Cristã, com a benção da família. Como religiosa adotou o nome de sua mãe e o de uma mártir do primeiro século. Assim passou a se chamar irmã Maria Restituta.

Porém, logo recebeu o apelido carinhoso de "irmã Resoluta", pelo modo cordial e decidido e por sua segurança e competência como enfermeira de sala cirúrgica e anestesista. No hospital de Modling, em Viena, a religiosa se tornou uma referência para os médicos, enfermeiras e especialmente para os doentes, aos quais soube comunicar com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor.

Irmã Restituta durante muitos anos serviu a Deus nos doentes, pelos quais se dedicou incansavelmente. Em março de 1938, Hitler mandou o exercito ocupar a Áustria. Viena se tornou uma das bases centrais do comando nazista alemão. Irmã Restituta se colocou logo contrária a toda aquela loucura desumana. Não teve receio de mostrar que sendo favorável à vida não apoiaria jamais ao nazismo de Hitler, fosse qual fosse o preço.

Por isto, quando os nazistas retiravam o Crucifixo também das salas de cirurgias, ela serenamente o recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando o comando e os soldados nazistas. Como não se submetia e muito menos se "dobrava", os nazistas a eliminaram. Foi presa em 1942. Para ela, que era chamada irmã "Resoluta", a prisão se tornou uma espécie de lugar de graça, para honrar o nome com que se tinha consagrado: Restituta, aquela que foi restituída para Deus. Por isto, olhando para a força redentora da Cruz, sua consciência da Vida Eterna se tornou mais verdadeira no coração. A coragem que lhe era própria se tornou mais firme.

Irmã Resoluta esperou cinco meses na prisão para morrer. Em 30 de março de 1943, foi decapitada. Para as franciscanas mandou uma mensagem: "Por Cristo eu vivi, por Cristo desejo morrer". E na frente dos assassinos nazistas, antes que o carrasco levantasse a mão que a mataria, irmã Restituta disse ao capelão: "Padre, me faça na testa o sinal da Cruz".

O papa João Paulo II elevou a Irmã Maria Restituta Kafka ao altar para ser reverenciada como Beata no dia 30 de outubro, em 1998 em Viena, Áustria.
São Geraldo
São Geraldo, era natural de Placência e transferiu-se para Potenza. No Martirológio Romano, é fixada a memória de São Geraldo, bispo de Potenza, na Lucânia. Foi escolhido bispo por suas virtudes. Morreu apenas oito anos após sua escolha ao episcopado. Seu sucessor, Manfredo, escreveu-lhe uma vida. Mas existe outro Geraldo, também ele de Potenza, que teve fama bem superior ao bispo medieval. Trata-se de São Geraldo Majela, um dos santos mais populares da Itália meridional. E há motivo para esta popularidade: ele era invocado sobretudo pelas gestantes ou parturientes.

Sua vida esta repleta de privações, de sofrimentos, de humilhações, mas tudo está profundamente animado, finalizado com um encontro vivo e pessoal com Deus. São Geraldo em seu leito de morte podia afirmar não saber nem o que fosse uma tentação impura, tinha sobre a mulher uma concepção superior: olhava toda mulher como uma imagem de Nossa Senhora, "Louvor perene à Santíssima Trindade". Eram entusiasmos místicos de uma alma simples, mas cheia de amor espiritual. Exclamava frequentemente "Meu querido Deus, meu Espirito Santo", sentindo íntimos a ele a bondade e o amor infinitos de Deus.